segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lamentações

Lamentações.
O comboio voa nos ponteiros
Eu faço me de explosões constantes de rapidez:
De raivas, esforços, cansaços, dores, vontades e emoções aparentes.
De cores coloridas quentes e frias.
Julgo eu.
Nada mais sou do que sinónimo de câmara lenta.
Eu mesma.

domingo, 25 de outubro de 2009

Exercício de Multimédia

Em multimédia foi-nos dado um exercício para trabalharmos com um programa de manipulação de imagens. Este consistia em formar uma imagem única através de várias imagens dadas. A imagem que servia de “cenário” era uma fotografia da Sé do Porto. As imagens que encontramos seguidamente, contêm pessoas e objectos que tivemos de colocar nesse mesmo cenário. No fim encontra-se o resultado final.



Resultado final:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Este não é propriamente um blog de intimidades, mas permitam-me que vos conte esta:
Estava eu a caminho da casa de banho, e como no 12º todos os momentos são ouro, pensei para mim “e se eu levasse o meu vício do desenho (bloco de desenho) para a casa de banho?! É de maneira que aproveito o tempo.” E lá fui eu: Peguei no meu bloco e na minha caixa de grafites e já agora, (porque não?), na máquina fotográfica (como diz o meu irmão “não vá às vezes fazer falta”).
Já na casa de banho quando ia começar a desenhar, para variar, a imaginação ficou do lado de lá da porta. Não queria desenhar à vista mas sim de memória… Nada me ocorreu. Até que de repente olhei para a máquina fotográfica e mais uma vez falei com os meus botões “já participei tantas vezes em stop motion’s de amigos, já os ajudei e já os vi tantas vezes a fazer. Porque não realizar uma sozinha?”. E pronto, mãos à obra. Olhei para a folha e desenhei o que saiu e fui fotografando. E aqui está o resultado. Uma primeira, miserável, pequena e mal amanhada stop motion. Mas repito: primeira!
E concluo então: Nestas ocasiões, nada melhor do que o orgulho para nos salvar!
video

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O projecto

O vídeo que encontraram anteriormente não está acompanhado de uma razão ou explicação pela qual o coloquei. Digo já que não era preciso, pois na minha opinião nem tudo tem de ser justificado. Principalmente o que nos é agradável simplesmente porque o é. Mas na realidade este vídeo tem um fundamento. É uma stop motion e relaciona-se com dois dos maiores projectos que pretendemos desenvolver. Uma stop motion é um vídeo realizado a partir da compilação de várias fotografias sucessivas. Daí a contradição do nome: “stop” que significa parar ou parado e “motion” que se traduz por movimento.

O projecto será concretizado no âmbito da disciplina Oficina de Artes. Este ano a escola está em obras e aos poucos dá lugar a uma nova. Ainda não vemos resultados. Por enquanto o que podemos presenciar é uma confusão tremenda que nos troca as voltas. No entanto acaba por ser agradável por nos livrar da rotina dos anos anteriores. A partir disto decidimos fazer um projecto cujo produto final seria uma stop motion da reconstrução escolar, mais concretamente uma animação. Decidimos dividir o projecto em três fases.

Na primeira far-se-á uma maqueta da antiga escola e ao longo da realização da mesma serão tiradas fotografias a todas as fases da sua construção. Na segunda fase, articularemos com esta maqueta partes da maqueta da escola já requalificada, com o objectivo de sugerir a reconstrução gradual (como vemos a acontecer na realidade). Mais uma vez o processo será fotografado passo-a-passo. No meio destas mudanças pensámos em introduzir ironia e algumas partes cómicas visto que no fim será realizada uma animação. Para esta parte ficcional, realizaremos bonecos em plasticina (este material pois facilmente se modela) que nos representarão (à turma) e também aos membros intervenientes nas obras. Não esquecendo que todo o processo será fotografado. A terceira fase é a montagem da animação a partir da junção de todas as fotografias. No entanto, para facilitar este projecto o melhor seria realizar a animação à medida que as fotografias vão sendo tiradas.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Ideias em primeiro

Quão fantásticas são as ideias! Primeiro aparecem na nossa mente, muito distorcidas mas no entanto o seu simples aparecimento significa muito para nós. É a imaginação a funcionar. E toda a gente gosta de ser imaginativo. Sentimo-nos grandes, independentes… senhores da nossa mente, e com ela podemos traçar todos os caminhos desejados. Consegue libertar-nos. E quanto mais imaginativos somos (ou tentamos ser) mais liberdade sentimos (principalmente neste curso). Das ideias nascem as discussões que levam a outras discussões, e depois de tudo esclarecido começam a aparecer os projectos. Visto que estamos de certo modo envolvidos com a burocracia, diremos que só aparecem realmente quando postos no papel. Antes disto é o “brain storm”. É nesta fase em que nos encontramos. Na transição da confusão para um projecto com “cabeça, tronco e membros”. As ideias são muitas e é dificil organiza-las. Mas tentamos. Isto tudo para justificar o que se segue. Pois a minha intenção agora é partilhar os projectos e por isso espero que compreendam alguma falha, dúvida ou indecisão.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Um ano de adaptação

Início do 12º ano. O último ano do secundário mas um ano novo. Um ano de adaptação. Novas disciplinas, novos professores e novos conceitos. Ao reencontrar os meus companheiros (e principalmente companheiras) de turma cheguei à conclusão que muitos estavam desanimados e pouco entusiasmados com o começo deste novo ano. E também eu estava. As razões não são relevantes de momento. No entanto tudo se foi recompondo. Disciplinas como Oficina de Artes e Área de Projecto revelaram-se interessantes e empolgantes.

O medo inicial que se sente da nova e grande liberdade para criar que o curso de Artes Visuais nos oferece, começa finalmente por começar a desaparecer. Os dois anos de experiência dentro do curso (10º e 11º), dão-nos a segurança necessária para nos libertarmos (a nós e à nossa mente, mais precisamente à nossa imaginação) e começa-se realmente a sentir prazer (e orgulho) no que fazemos. Temos orgulho na nossa arte, nas nossas ideias e nas nossas opiniões. As ideias começam a fervilhar, e com a ajuda de todos, as discussões a desenvolverem-se. Começam assim a aparecer os projectos. Quais? Isso agora é esperar e ver.